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Foram encontrados 21 posts com a tag consuelo-blocker.

  • Ano Novo: hora de dizer “Sim!” para os desafios

    por Consuelo Blocker
    O contar das horas é algo criado pelo ser humano, mas o tempo não. E o que fazemos com esse tempo? No início, a nossa vida é responsabilidade de outros. Mas chega aquele momento quando o tique-taque se torna encargo nosso. Acertamos, erramos, aprendemos e recomeçamos. Há vezes em que o avançar é emocionante. Em outras, dá um medo danado, ou até preguiça.

    Estamos perto do Ano Novo. Com ele, vêm listas de intenções e esperanças. Medimos nossos erros e frustrações, analisamos como fazer para mudar a rota.

     
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  • Ser mulher e suas infinitas possibilidades, por Consuelo Blocker

    Se tem uma coisa de que sempre tive certeza é que ADORO ser mulher. Sempre gostei de poder usar saias E calças. Brincar com o comprimento, a cor e o corte de cabelo. Gosto de… peraí. Tudo isso são coisas que hoje tanto um homem quanto uma mulher podem fazer. Portanto, o que significa ser mulher? Por que isso é tão especial para mim?

    Lembro bem de uma colega de trabalho me dizendo que adorava ser mulher, mas que requer muita manutenção. Concordo. Não sei bem por que, me parece até ridículo, mas essa frase me fez pensar: depilação, sobrancelha, drenagem, unha etc.

     
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  • Coração aberto para descobrir o novo em Paris

    por Consuelo Blocker
    Clichê é clichê por uma boa razão: sempre existe nele um tanto de verdade. Paris, a Cidade Luz, é linda. Talvez não se qualifique como clichê, mas se qualifica como verdade. Eu, no entanto, nunca a amei. Não sei bem o porquê. Enquanto em Londres chego e imediatamente me sinto em casa, Paris não me dá essa sensação. Talvez não ajude que, aos 25 anos, numa visita à capital francesa, tenham roubado minha carteira com documentos importantes. Fiquei com um gostinho amargo na boca, mas não acho que foi só isso.

     
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  • A vida italiana dedicada ao prazer, por Consuelo Blocker

    Meu primeiríssimo entardecer em Florença me trouxe lágrimas. Não de emoção, e sim de tristeza. Para uma menina de 26 anos, cheia de energia, que havia morado em São Paulo e Nova York, as luzes amarelas dos lampiões da cidade medieval entravam em enorme contraste com o azul das metrópoles. Não via esperança nem o amor pelo homem que me trouxe à Itália. Naquele momento nada disso bastava. Mas havia decidido viver na Itália. Casei, tive dois filhos e fui me adaptando, mas não muito. Não estava feliz. As crianças pequenas eram lindas, mas eu não me via como mãe de bebês.

     
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  • Paixão para superar distâncias, por Consuelo Blocker

    Distância, que palavra insidiosa. Às vezes tem um mar entre duas pessoas próximas e às vezes entre duas pessoas existe um mar. No meu caso, foram os quilômetros. Desde cedo, no meu coração sempre falta um pedacinho. Aos 8 anos, quando meus pais se separaram, um ficou no Rio e outro em São Paulo. Depois, veio a universidade. Aos 18 anos, fui morar nos Estados Unidos, deixando meus familiares em São Paulo. Aos 26, me mudei para a Itália, onde fui casar. Lá pelos meus 40, meu pai decidiu se aposentar no Texas. Pouco depois, lá se foi uma de minhas irmãs para aquelas bandas.

     
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  • Consuelo Blocker: infinitas possibilidades para se reinventar

    por Consuelo Blocker
    Naquele momento em que o alarme toca e o peso das responsabilidades ressoa na mente, eu chamo à tona a coragem: “Levanta, Consuelo! Há muito o que fazer!”. Lembrei disso ao pensar no lema da Bontempo – “Se dá pra imaginar, dá pra realizar” – e nos lançamentos que a empresa apresenta neste mês – Canal Equipado, sistema TIP-ON e Porta Piazza. Uma forma de dizer “sim!” a todos aqueles que desejam ter mais da Fábrica do Impossível em seus lares.

    Segui refletindo sobre a capacidade que todos têm de se reinventar.

     
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  • Memórias, afetos e tradições

    por Consuelo Blocker
    Nosso lar é como uma impressão digital: pertence unicamente a cada um de nós. Carrega nosso DNA, abriga nossa essência. Em nossos interiores, pouco a pouco, tudo reflete quem somos, construindo um refúgio à passagem da vida – de um risco na parede a um desenho dos filhos na estante. A casa é constituída do que mais amamos e mais entesouramos, não importa o seu valor – não é à toa que a Bontempo está em Milão nesta semana para encontrar novos tesouros no iSaloni.

     
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