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Encontrados 6 posts com a categoria Consuelo Blocker.

  • Ano Novo: hora de dizer “Sim!” para os desafios

    por Consuelo Blocker
    O contar das horas é algo criado pelo ser humano, mas o tempo não. E o que fazemos com esse tempo? No início, a nossa vida é responsabilidade de outros. Mas chega aquele momento quando o tique-taque se torna encargo nosso. Acertamos, erramos, aprendemos e recomeçamos. Há vezes em que o avançar é emocionante. Em outras, dá um medo danado, ou até preguiça.

    Estamos perto do Ano Novo. Com ele, vêm listas de intenções e esperanças. Medimos nossos erros e frustrações, analisamos como fazer para mudar a rota.

     
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  • Ser mulher e suas infinitas possibilidades, por Consuelo Blocker

    Se tem uma coisa de que sempre tive certeza é que ADORO ser mulher. Sempre gostei de poder usar saias E calças. Brincar com o comprimento, a cor e o corte de cabelo. Gosto de… peraí. Tudo isso são coisas que hoje tanto um homem quanto uma mulher podem fazer. Portanto, o que significa ser mulher? Por que isso é tão especial para mim?

    Lembro bem de uma colega de trabalho me dizendo que adorava ser mulher, mas que requer muita manutenção. Concordo. Não sei bem por que, me parece até ridículo, mas essa frase me fez pensar: depilação, sobrancelha, drenagem, unha etc.

     
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  • Coração aberto para descobrir o novo em Paris

    por Consuelo Blocker
    Clichê é clichê por uma boa razão: sempre existe nele um tanto de verdade. Paris, a Cidade Luz, é linda. Talvez não se qualifique como clichê, mas se qualifica como verdade. Eu, no entanto, nunca a amei. Não sei bem o porquê. Enquanto em Londres chego e imediatamente me sinto em casa, Paris não me dá essa sensação. Talvez não ajude que, aos 25 anos, numa visita à capital francesa, tenham roubado minha carteira com documentos importantes. Fiquei com um gostinho amargo na boca, mas não acho que foi só isso.

     
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  • A vida italiana dedicada ao prazer, por Consuelo Blocker

    Meu primeiríssimo entardecer em Florença me trouxe lágrimas. Não de emoção, e sim de tristeza. Para uma menina de 26 anos, cheia de energia, que havia morado em São Paulo e Nova York, as luzes amarelas dos lampiões da cidade medieval entravam em enorme contraste com o azul das metrópoles. Não via esperança nem o amor pelo homem que me trouxe à Itália. Naquele momento nada disso bastava. Mas havia decidido viver na Itália. Casei, tive dois filhos e fui me adaptando, mas não muito. Não estava feliz. As crianças pequenas eram lindas, mas eu não me via como mãe de bebês.

     
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  • Paixão para superar distâncias, por Consuelo Blocker

    Distância, que palavra insidiosa. Às vezes tem um mar entre duas pessoas próximas e às vezes entre duas pessoas existe um mar. No meu caso, foram os quilômetros. Desde cedo, no meu coração sempre falta um pedacinho. Aos 8 anos, quando meus pais se separaram, um ficou no Rio e outro em São Paulo. Depois, veio a universidade. Aos 18 anos, fui morar nos Estados Unidos, deixando meus familiares em São Paulo. Aos 26, me mudei para a Itália, onde fui casar. Lá pelos meus 40, meu pai decidiu se aposentar no Texas. Pouco depois, lá se foi uma de minhas irmãs para aquelas bandas.

     
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  • Celebrando a sofisticação do simples

    por Consuelo Blocker
    Nantucket é um dos menores e melhores segredos americanos. O condado fica na região de Cape Cod, pertinho de Boston, território de veraneio dos Kennedy. É uma pequena ilha, ainda menos conhecida que sua linda vizinha Martha’s Vineyard. Fica a uma hora de ferry de Hyannis Port – também pode-se chegar lá de avião, partindo de Boston.  

    A ilha é conservada por entidades locais para não sofrer nenhuma influência do exterior.

     
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